domingo, 2 de novembro de 2014

Condenados a prisão perpétua por mortes na 

ditadura

            Ex-agentes da ditadura argentina são condenados por crimes contra a humanidade, ocorridos a mais de 30 anos, entre os anos de 1976 e 1983 durante período da ditatura militar argentina, 15 foram condenados a prisão perpétua e outros 4 ficarão presos por até 13 anos.
            
             A justiça sendo feita por mais de 135 mortos e cerca de 300 mil pessoas que foram sequestradas e torturadas, a maioria militantes políticos e trabalhadores.
            
            Entre os falecidos se encontra a filha de Estela de Carlotto, líder da organização Avós da Praça de Maio, grupo que luta para encontrar familiares desaparecidos durante a ditadura, que de acordo acusações às violações dos direitos humanos ocorreram em um centro clandestino de detenção, conhecido como “La Cacha” na periferia de La Plata, onde funcionou clandestinamente o centro de tortura, assassinato e também maternidade das presas, onde seus filhos eram tomados e levados para adoção.
            
            As Avós da Praça de Maio, já conseguiram encontrar 114 filhos de oposicionistas desaparecidos durante os anos de chumbo na Argentina, no entanto estima-se que outros 400 ainda continuam sem saber sua verdadeira identidade.  

Referências:

Argentina condena 15 a prisão perpétua por mortes na ditadura. Disponível em: < http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/justica-condena-15-a-prisao-perpetua-por-genocidio-durante-ditadura-argentina> Acesso em: 02.11.2014

Ex-agentes da ditadura argentina são condenados à prisão perpétua. Disponível em: < http://www.dw.de/ex-agentes-da-ditadura-argentina-s%C3%A3o-condenados-%C3%A0-pris%C3%A3o-perp%C3%A9tua/a-18021202> Acesso em: 02.11.2014.

Justiça argentina condena 15 à prisão perpétua por genocídio na ditadura. Disponível em: < http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/10/justica-argentina-condena-15-prisao-perpetua-por-genocidio-na-ditadura.html> Acesso em: 02.11.2014.

Maysa Batista Rocha.

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sábado, 1 de novembro de 2014

Quebrando barreiras!

Hoje (01/11/2014), segundo a Agência ENFE fica isento a exigência de vistos entre o Cazaquistão e a Argentina.
Com essa decisão a Argentina se torna o primeiro país latino americano a fechar um acordo deste tipo com os Cazaques.
A matéria completa sobre o assunto se encontra neste link abaixo:
http://noticias.r7.com/internacional/fim-da-exigencia-de-visto-entre-cazaquistao-e-argentina-entra-em-vigor-01112014

Marcelle Eloi 131050-0

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Argentina receberá refugiados sírios

Sírios podem permanecer dois anos no país caso tenham um 'anfitrião'.
Número de refugiados passa dos 3 milhões após três anos de guerra civil. 


O governo argentino anunciou um programa de visto humanitário para receber cidadãos sírios e de países limítrofes que estejam fugindo do conflito armado nessa região. Os interessados que se candidatarem ao "Programa Síria" serão recebidos no país por um período de dois anos. Os cidadãos sírios e de países fronteiriços deverão contar com um "anfitrião", que os receberá na Argentina.
Os demandantes terão de apresentar uma carta-convite "com base no vínculo de parentesco, ou de afetividade, com cidadãos argentinos, ou com residentes na Argentina", os quais assumirão o compromisso de lhes oferecer hospedagem e ajuda - completa o texto publicado no Diário Oficial.
Entre os requisitos para ingressar no Programa, exige-se que os interessados não tenham combatido no conflito armado e não tenham antecedentes criminais.
Com isso, a Argentina se soma a outros países que já recebem refugiados sírios, como Brasil, Alemanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Nova Zelândia, Noruega.
Em mais de três anos de guerra civil na Síria, o número de refugiados já ultrapassou os três milhões de pessoas, segundo a Agência da ONU para os Refugiados (Acnur).


Acessado em 22/10/14 às 11:16


Wagner Müller

Argentina lança primeiro satélite com tecnologia própria


        A Argentina pela primeira vez lança o satélite Arsat-1, que foi desenvolvido na Guiana Francesa, na base de Kourou.
       Tem potência de 3.400 watts, foi construído com tecnologia argentina, com um investimento de 270 milhões de dólares e 1,3 milhão de homens por hora.
      Técnicos e cientistas comemoraram o lançamento. O chefe de gabinete Jorge Capitanich disse que 70% de um satélite são as horas trabalhadas por profissionais de alta qualificação.
      O Arsat-1 fornecerá serviços de telefonia celular, TV  digital, internet e transmissão de dados.

Para mais informações segue o link dos sites:

  http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/10/argentina-lanca-primeiro-satelite-com-tecnologia-propria.html


http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/tecnologia/2014/10/16/interna_tecnologia,452946/argentina-lanca-primeiro-satelite-de-telecomunicacao-com-tecnologia-propria.shtml

Cinthya Daniele
RGM: 133199-0

Argentina receberá refugiados da Síria e de outros países em Guerra


    A Argentina adotou um programa de visto humanitário, que receberá refugiados da Síria e demais países do Oriente Médio. Essas pessoas tem que conhecer algum argentino, ter algum grau de parentesco ou afetividade com argentinos ou residentes na Argentina que irão ajudar e hospedar os refugiados, além desses requisitos, não pode ter antecedentes criminais e também não ter combatido no conflito armado. Ficarão por um período de 2 anos no país latino e contarão com um anfitrião na chegada.
    Exemplos de nações que adotaram esse programa são Brasil, Alemanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, etc.

Abaixo o link dos sites para mais detalhes:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/10/argentina-recebera-refugiados-sirios.html


http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/10/argentina-recebera-refugiados-de-paises-em-guerra-4625673.html


Cinthya Daniele
RGM: 133199-0

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Análise da Crise Argentina (1991-2014)



Carlos Menem era o Presidente da República Argentina quando Domingo Cavallo, seu Ministro da Economia, anunciou o Plano de Conversibilidade, onde 1 Peso Argentino valeria US$1,00, dando início à tão aclamada crise, que sonda o país desde 1991.

Implementando uma política arriscada de pareamento do peso argentino ao dólar americano, Menem a princípio atraiu investimentos externos e levantou a espectativa nacional. No entanto, como diversos especialistas haviam se atentado, o resultado foi reverso, gerando dívidas e colocando o país em uma profunda crise econômica. Pode ser tratado como dois dos principais motivos, da entrada argentina à crise, as dificuldades que passavam o México e os Tigres Asiáticos, e o fato de o Brasil ter desvalorizado o real frente ao dólar, exportando por preços mais acessíveis como consequencia.

É fato que, uma política gananciosa como o emparelhamento do peso ao dólar americano, não iguala também, de modo geral, os produtos argentinos aos norte-americanos; mantém-se o mesmo preço por mercadorias inferiores.

Não obstante, em 2001, o então presidente Fernando de la Rúa anuncia a moratória de sua dívida, e passa o restante desse ano negociando e se aprofundando nela, dando resultado à manifestações e repressões populares (devido, principalmente, ao bloqueio do governo às contas bancárias da população para negociar os US$100 bilhões que devia), que faz com que De la Rúa renuncie e outros 5 presidente passem pelo poder em 12 dias.

Eduardo Duhalde assume o poder, e anuncia a desvalorização do peso em 2002 que, apesar de ter gerado situações controvérsias (como a fuga de capitais), alivia a crise e traz a Argentina para uma posição mais favorável e próxima ao eixo, ainda que não necessariamente alinhada.

No entanto, a dívida se mantem no cenário externo e interno, e as negociações com os populares não surtem o efeito esperado - já que poucos concordam em receber apenas uma parte (muito inferior) do que “emprestaram”. Por esse e (não sejamos ingênuos) outros motivos, Instituições Norte-Americanas assumem a dívida do governo argentino, negociando diretamente com os cidadãos, para posterior acordo com o país.

O governo da Argentina é posto em uma situação delicada, em que deve negociar com agências americanas uma dívida que possuía com sua própria população. Várias propostas e tentativas de acordo foram feitas, porém sem sucesso.

A maior proposta, até então, é feita por Nestor Kirchner, que assume a Presidência em 2003, que também vê seu acordo recusado pelos chamados “Fundos Abutres” - vindo a ser aceita apenas em 2004 com desconto de 75% e taxas mais altas.

Hoje a encarregada das negociações e quitação da dívida é Cristina Kirchner, que se fez obrigada a trocar o Presidente do Banco Central do país, e viu ser rejeitado um depósito de US$1 bilhão, para um credor que recebia em parcelas, pela Justiça dos EUA, alegando que deve ser pago primeiramente àqueles em que o acordo inicial era o pagamento integral.

Preocupantemente, outros países já começaram a pagar pela Argentina. O Brasil sofreu recentemente as consequências da crise que assombra seu 3º maior parceiro comercial, levando uma queda brusca nas exportações de automóveis no primeiro semestre deste ano. O Uruguai foi também afetado nas exportações de artigos têxteis, papéis e eletrodomésticos, e teme pela queda do turismo de argentinos no país. O Chile é também alertado quanto à comercialização de utensílios domésticos, embora os chilenos não acreditem em riscos advindos da Argentina.

De todo modo, espera-se que a crise argentina se resolva logo, antes que se transforme em uma epidemia.
 
                                                                                                                                                 Yuri Bruns
                                                                                                                                                   121623-6
 
 
 


sábado, 11 de outubro de 2014

IMPORTAÇÕES

Bem estive lendo uma reportagem do site Clarin e vou fazer um breve comentário e logo indicarei o link para maiores informações. A reportagem se trata das importações da Argentina e as dificuldades que tem passando para conseguir importar alguns produtos.
Ultimamente surgiram algumas "barreiras" a serem superadas pelos "fabricantes" Argentinos.
As fabricas de automotivos e de eletrônicos estão sendo diretamente afetadas pois estão recebendo metade do valor que necessitam para terem um bom funcionamento, com este valor diminuindo resulta em menos peças para motar televisores e carros, resumindo; diminui a produção.
Além da falta de peças os fabricantes ainda estão enfrentando problemas quanto ao transporte para realizar as importações.
Segue abaixo o link com a reportagem completa:

Link em espanhol:
http://www.clarin.com/politica/Dias-clave-importaciones_0_1228077268.html

Link traduzido:
http://translate.googleusercontent.com/translate_c?depth=1&hl=pt-BR&prev=/search%3Fq%3Dargentina%2Bnoticias%26es_sm%3D122&rurl=translate.google.com.br&sl=es&u=http://www.clarin.com/politica/Dias-clave-importaciones_0_1228077268.html&usg=ALkJrhjuw0ycesEFMceIY_1TWD-cVpMspQ

Marcelle Eloi 131050-0